sábado, dezembro 31, 2011

Fortus: 'estarei finalizando o novo disco do Guns'

O site Maximum Ink realizou uma entrevista com o guitarrista do Guns N' Roses, Richard Fortus. Confira abaixo alguns trechos:

Maximum Ink: Quais foram suas primeiras influências?

Richard Fortus: The Beach Boys, Beatles, The Rolling Stones, Aerosmith, Black Sabbath, Pink Floyd, David Bowie, T. Rex e Neil Young.

Maximum Ink: Para você que estudou música profissionalmente, que treinamento recomenda para os iniciantes? Que conselho daria para os músicos novatos?


Richard Fortus: Isso realmente depende do que você quer fazer. Definitivamente não é necessário, mas eu sempre queria ganhar todas as habilidades possíveis, para dominar aquele instrumento que eu tocava. Eu sempre quis aprender tudo que podia sobre música. Nesta área, você nunca para de aprender.

Maximum Ink: Você começou a tocar violino e bateria quando era criança. O que fez você querer se tornar um guitarrista?


Richard Fortus: Havia sempre guitarras em minha casa quando eu estava crescendo. Eu sempre fui muito intimidado por aquele instrumento, porque ele tem seis cordas e eu podia tocar quatro cordas facilmente. Eu sempre amei violão embora guitarras fossem bem atraentes. Quando eu tinha uns 12 anos eu costumava tocar com jovens da minha idade, onde me ensinaram muitas técnicas. Rapidamente, tornei-me um cara habilidoso com a guitarra. Eu sempre andava com adolescentes mais velhos, que eram muito mais habilidosos. Eles andavam comigo porque eu era o melhor baterista entre os jovens e todos eles tocavam guitarras.

Maximum Ink: Quem você considera ser os melhores músicos dos últimos tempos?


Richard Fortus: Caramba! Há tantos músicos incríveis que eu admiro, como por exemplo Jeff Beck. E existem alguns artistas que eu costumo comprar tudo que eles lançam, como por exemplo: PJ Harvey, Tom Waits, Radiohead, Jack White, Sufjan Stevens, Dandy Warhols, Arcade Fire, TV on the Radio, David Bowie, Nick Cave, Peter Gabriel e Flaming Lips.

Maximum Ink: Você começou a tocar música clássica, o que te levou para o universo do Rock N' Roll? Quais outros gêneros de que você mais gosta?


Richard Fortus: Eu sempre fui muito apaixonado por Rock N' Roll. Estudei música clássica e orquestral, que são estilos do qual gosto bastante. Mas a liberdade e a energia do Blues, do Rock e do Jazz, foi o que me atraiu. A improvisação é a composição espontânea. É muito mais expressiva, imediata e emocional no Rock. O músico clássico, está apenas interpretando a música e há muito pouca criatividade envolvida. A expressão é muito limitada, você é simplesmente uma ferramenta para o compositor. Mas música boa é música boa, não importa o gênero qual for.

Maximum Ink: Como foi se juntar ao Guns N' Roses em 2001?


Richard Fortus: Eu não era realmente um fã da banda quando eu estava crescendo. Eu nunca fui chegado nas bandas de Hard Rock naquela época, elas não faziam parte das minhas influências, eu era mais um garoto Punk Rock. Quando recebi o telefonema para a audição, Tommy Stinson já era um dos meus melhores amigos. Eu era muito fã do The Replacements quando jovem, eu acho que o Tommy Stinson é um incrível músico e compositor. Além disso, eu era um grande fã de Robin Finck, por conta de seu trabalho no Nine Inch Nails. Então foi muito intrigante para mim. Na época, eu também descobri que o Guns N' Roses era muito além de uma banda de Rock de Los Angeles. Eles foram influenciados por todas as bandas que eu tinha sido influenciado. Como por exemplo: The Stooges, The Rolling Stones, The Dolls, Nazareth, Sex Pistols e entre outras.

Maximum Ink: O que você aprendeu no Guns N' Roses?


Richard Fortus: Tentar fazer três guitarras trabalharem juntas é algo que eu nunca tinha feito antes. É um grande desafio, organizar as guitarras no tempo certo de forma que seja uma coisa agradável e dinâmica. Provavelmente tem sido a maior experiência de aprendizagem.

Maximum Ink: Tendo trabalhado com inúmeros outros grandes músicos, qual deles você mais gostou de trabalhar?


Richard Fortus: Eu gosto de tocar música, sempre desejei aprender com todos que eu trabalho. Alguns shows são mais inspiradores do que outros. Tocar com Thin Lizzy foi simplesmente incrível, foi uma das minhas melhores experiências. No palco, o clima era de pura alegria e uma grande paz de espírito.

Maximum Ink: Atualmente, em quais projetos você está trabalhando?


Richard Fortus: Eu vou começar a gravar uma trilha sonora para o Michael Halsband, quando eu chegar em casa no início do ano. Além disso, eu estarei finalizando o próximo disco do Guns N' Roses.

Slash quer encerrar brigas com Axl Rose


Após Axl Rose declarar que um dos empecilhos para a reunião da formação original do Guns N' Roses é seu problema pessoal com Slash, o guitarrista afirmou querer fazer as pazes com o músico em favor da homenagem que a banda receberá do Hall da Fama do Rock and Roll, em 14 abril de 2012. As informações são do semanário britânico NME.

"Neste momento, eu quero dar um descanso nisso", declarou Slash, em entrevista à revista Esquire. "A nossa separação foi tranquila. Mas, porque havia muita atenção nisso - e se íamos voltar um dia - acabou se transformando neste monstro que gerou uma animosidade que não era o foco, para mim. Nenhum de nós quer estar em cima da garganta do outro, por qualquer motivo."

O guitarrista destacou também que se orgulha pelo que o Guns N' Roses alcançou em seu tempo de existência, e pela entrada da banda no Hall da Fama. "Quando eu vejo vídeos do Guns N' Roses, eu vejo aquela porra daquela raiva e atitude", afirmou Slash. "Você não podia foder com aqueles cinco caras. Era apenas cru. Era uma coisa magra e faminta em crescimento. Era sincero como qualquer outro rock and roll que eu já tinha ouvido e eu estou orgulhoso disso."


Retirado de rollingstone.com.br

quarta-feira, dezembro 28, 2011

Entrevista com Megadeth: Antiga Formação pode se Reunir

Megadeth versão 2011: David Ellefson, Dave Mustaine, Shawn Drover e Chris Broderick
Megadeth versão 2011: David Ellefson, Dave Mustaine, Shawn Drover e Chris Broderick
Depois da tempestade, a bonança. No início de setembro, o líder do Megadeth, Dave Mustaine, precisou agendar um horário na mesa de operações para dar um jeito na coluna que o incomodava durante os shows. A preocupação era tanta que boatos davam conta de que a turnê que passou por aqui no SWU (veja como foi) poderia melar. Antes, no início da turnê do álbum anterior, “Endgame”, o baixista David Ellefson, com quem Mustaine brigava até na justiça, fez as pazes com o grupo e voltou com a corda toda, e tudo desaguou na involuntária turnê mundial dos 20 anos do álbum “Rust in Peace”, que, sim, também passou pelo Brasil (leia aqui). Completam o grupo Chris Broderick (guitarra) e Shawn Drover (bateria).
Agora, com o bom álbum “Th1rt3en”, apesar do título esquisito, a banda volta com riffs colantes e melodias certeiras que apontam um necessário encontro com o pop, sem que o peso inerente ao metal seja descartado. Numa conversa com este Rock em Geral, Ellefson não só assina embaixo da afirmação como reivindica para ele próprio o bom resultado do álbum. Era para ser uma entrevista longa, com réplicas e muita gaveta do passado revirada, mas a agenda apertada da banda, às vésperas de a turnê começar, limitou o tempo a ponto de o baixista se enrolar com tantos telefones para atender ao mesmo tempo. O que se salvou está aqui embaixo, incluindo questões superadas como o set list do show do SWU. Olha só:
Rock em Geral: Antes de qualquer coisa, está tudo bem com o Mustaine? Ele está se recuperando bem?
David Ellefson: Sim, está tudo bem com ele, já está andando normalmente, em boa forma de. Ele já está tocando normalmente, acabamos de gravar o clipe (assita aqui), para a música “Public Enemy Nº 1”, que é o primeiro single do novo álbum.
REG: Havia a notícia de que eventualmente a turnê seria cancelada…
Ellefson: São notícias falsas, vamos fazer a turnê, não acredite nessas notícias.
REG: Sobre essa turnê, já que temos um álbum novo, quais músicas vocês pretendem tocar? Mais músicas novas que antigas?
Ellefson: Nem tanto. Queremos mostrar o novo álbum, mas como o disco é muito novo, as pessoas talvez não conheçam o bastante dele. Então faremos duas ou três músicas novas, as mais conhecidas que estamos soltando na internet. Os fãs do Megadeth sabem o que eles querem ouvir: os clássicos. Temos umas 20 músicas que todos querem ouvir e sabemos que temos a obrigação de tocar essas músicas, mas também queremos mostrar as novas, porque nos divertimos com elas.
REG: Você pode adiantar quais músicas devem fazer parte do set list?
Ellefson: Músicas como “Holy Wars”, “Hangar 18”, “Symphony of Destruction”, “Peace Sells”… músicas que achamos que todo show do Megadeth deve ter, senão os fãs ficam putos. São músicas que definem o Megadeth. Mas quando um novo álbum sai, colocamos as mais novas. Na turnê do “Endgame” colocamos “Head Crusher” e “How The Story Ends”. As vezes tocamos “A Tout le Monde”, “In My Darkest Hour”. Sempre envolve a participação do público, tentamos olhar para os últimos shows e vamos adaptando, porque não gostamos de tocar o mesmo show que tocamos da última vez. É importante mudar para manter o show empolgante para os fãs.
REG: Pois é, da ultima vez que vocês tocaram no Brasil, era a turnê da íntegra do “Rust in Peace”, o que foi ótimo, mas, ao mesmo tempo, não houve tempo para mostrar as músicas novas…
Ellefson: A intenção era tocar a íntegra do “Rust In Peace” só por um mês, nos Estados Unidos, mas assim que começamos a turnê, todo mundo no mundo todo começou a pedir, a implorar que fizéssemos esse show em todos os lugares. E aí os promotores começaram a pedir que colocássemos no contrato que a banda iria tocar o “Rust in Peace”. Nos sentimos muito lisonjeados ao saber que temos um disco que gera toda essa comoção. Acabamos fazendo, “sem querer”, uma turnê mundial com esse disco, apesar de estarmos na turnê do “Endgame”. Fizemos o melhor que pudemos, tivemos que tirar algumas músicas do “Endgame” do set list, mas tocamos o máximo que pudemos, trocando de uma música para outra desse disco a cada noite.
David Ellefson: de volta ao lugar de onde não devia ter saído
David Ellefson: de volta ao lugar de onde não devia ter saído
REG: Você acha que este novo álbum, “Th1rt3en”, é uma sequência do “Endgame”?
Ellefson: Não, mesmo porque eu não gravei o “Endgame”. Como um sujeito que vê de fora, para mim um disco não parece mesmo uma sequência do outro. Acho que é outro degrau. “Th1rt3en” é um disco que traz de volta elementos clássicos do Megadeth, que estavam nos álbuns dos anos 90, como o “Countdown to Extinction”, mas, ao mesmo tempo… Bem, o “Endgame” tem uma abordagem pesada, e o “Th1rt3en” tem um som mais orgânico. Talvez isso tenha acontecido porque trocamos para o produtor Johnny K, mas eu acho que isso vem de uma sensação natural que aparece no “Th1rt3en”. Você encontra coisas que provavelmente já ouviu em discos antigos do Megadeth, em algum momento, só que isso aparece de uma forma mais atual, contemporânea.
REG: Você acha que o produtor realmente faz tanta diferença? Porque o Mustaine sempre tá ali do lado mesmo…
Ellefson: Acho que nesse caso, sim, porque o processo de produção foi realmente muito fácil e muito rápido com o Johnny K e com o Dave. Acho que dessa vez houve uma agenda diferente. Viemos de uma turnê mundial e então começamos a ensaiar e compor as músicas. Às vezes fazíamos uma demo, e logo gravávamos. Esse processo costuma levar um ano, para fazer um disco. E, também, como banda, você leva mais tempo nas canções. Mas nesse disco, em particular, nós saímos de um show da “Big Four”, na Califórnia, e entramos direto no estúdio. Tínhamos ideias como banda, já vínhamos tocando essas coisas juntos, mas quando Johnny e Dave começaram a trabalhar juntos, juntando as coisas, tudo fluiu. Shawn (Drover) colocou a bateria, eu botei o baixo, finalizamos as guitarras e vocais… esse foi um processo muito mais espontâneo e as ideias foram muito mais resolvidas na hora, o que eu acho que é parte da coisa mais legal desse disco. E, num nível maior, foi uma coisa muito nova, sem ter muito tempo para nos prendermos a padrões, na hora em que cada um foi gravar as suas partes. E isso criou uma atmosfera de perigo e excitação, e é esse o Megadeth. Ás vezes demoramos muito temo para gravar e o disco não sai lá essas coisas.
REG: Nos últimos tempos o Megadeth tem feito músicas mais cativantes, mais colantes. Vocês conversam sobre como fazer músicas do heavy metal terem um sotaque mais pop, no sentido positivo do termo?
Ellefson: Sim, sim, eu concordo com você. E eu acho que, nesse álbum, especialmente comigo de volta na banda… Foram três álbuns feitos sem que eu estivesse na banda, e toda a vez que eu ouço… Você sabe, eu entendo o que eles vinham fazendo, mas eu e o Dave temos uma história juntos. O iniciozinho do Megadeth, os dias de glória do Megadeth… vivemos juntos períodos em que tocar heavy metal não era honestamente divertido. A música de Seattle, o nu-metal e todos os tipos diferentes de música surgiram. O Megadeth e o thrash metal deixaram de ser interessantes, e, agora, é interessante de novo. É o que acontece quando você tem uma banda que dura 20 anos. Eu acho que Dave e eu somos os dois caras na banda que vivemos todas essas experiências. Para mim eu realmente sinto que esse é um disco no qual nós não podemos ter medo de cair nessas armadilhas de novo. Cada disco, incluindo os que eu não toquei, tem grandes músicas e grandes riffs, mas parece que esse era o momento de trazer de volta as melodias colantes e quase pop, riffs mais simples e divertidos, como temos em “Public Enemy Nº 1”. E ao trazer isso de volta, eu acho que o Johnny K fez um bom trabalho.
REG: Havia questões jurídicas entre você e o Dave antes do seu retorno à banda. Como vocês resolveram isso? Acha possível o retorno de Nick Menza e do Marty Friedman, já que muitos consideram essa como a melhor formação que a banda já teve?
Ellefson: Sobre as questões com o Dave, tudo isso faz parte do passado, tudo já foi resolvido. E se há chance para Marty e Nick Menza voltarem? Bem, eu não vejo isso acontecer. Nada é impossível, mas todas as formações têm pontos altos. E essa de agora – e não é a minha opinião - quem nos viu ao vivo este ano acha é agora que o Megadeth está provavelmente no melhor de sua forma. O meu lema é: se funciona, não quebre e não conserte.
A formação desejada, com Nick Menza e Marty Friedman: realmente melhor que a atual?
A formação desejada, com Nick Menza e Marty Friedman: realmente melhor que a atual?

domingo, dezembro 25, 2011

Exposição traz mais 500 itens pessoais de Elvis Presley ao Brasil

Uma exposição vinda diretamente de Graceland, a casa museu de Elvis, em Memphis (EUA), traz ao Brasil em 2012 mais de 500 itens pessoais de Elvis Presley. Será a primeira vez que uma exposição de tal tamanho irá ser montada fora dos Estados Unidos.

Os fãs de Elvis terão a oportunidade de ver entre outro itens, o carro MG vermelho que aparece no filme "Feitiço Havaiano, Blue Hawaii" e seu famoso figurino branco, usado no especial de TV de 1968.

"Essa rara exposição de artefatos da nossa coleção de Graceland, combinada com a experiência única do concerto da banda de Elvis, será com certeza uma bela comemoração do 35º aniversário de seu falecimento em 2012", atesta Jack Soden, CEO e Presidente da Elvis Presley Enterprises, Inc. 

A exposição, intitulada "The Elvis Experience", será inaugurada em São Paulo no dia 18 de setembro de 2012. A celebração ao Rei do Rock incluirá a primeira performance na América do Sul do espetáculo "Elvis Presley in Concert", produção que reúne ao vivo no palco vários companheiros da banda do cantor com uma projeção do Rei do Rock.

Maiores informações como local da exposição, datas e preços serão anunciados em breve.


sábado, dezembro 24, 2011

Merry Christmas, Motherfuck's!!!


By: Guilherme Luciano & Luccas Assis

VÍDEOS PROFISSIONAIS DO SHOW DO DIA 21/12!


Como você ficou sabendo aqui, os shows do Guns N' Roses do dia 21/12 na Califórnia e 30/12 em Las Vegas tiveram suas transmissões ao vivo pela internet vendidas no valor de $7.99 cada um ou $14.99 os dois juntos. O show em Las Vegas ainda está disponível neste link.

A apresentação do Guns N' Roses na arena The Forum, na Califórnia, começou por volta das 5h da manhã (horário de Brasília) e contou com as novidaes "Estranged" e "Civil War" que o Guns N' Roses aderiu em seu setlist nos últimos meses. Diversos vídeos "pro shot" (com filmagem profissional) da transmissão já estão no Youtube. Veja alguns:

Guns N' Roses / The Forum, Inglewood, Califórnia, EUA - 21/12/2011

Civil War



Estranged


Don't Cry / Whole Lotta Rosie


Sorry


Chinese Democracy


This I Love


Welcome To The Jungle


Shackler's Revenge
 

Slash: "não me comprometi a participar do R&R Hall of Fame"

Desde a nomeação do Guns N' Roses para o Rock n´Roll Hall of Fame, diversos boatos de que a formação dos anos 80 se reuniria na cerimônia estão circulando pela internet. No entanto, ainda não houve nenhuma confirmação oficial sobre isso, e Slash se mostrou chateado com esses boatos.

Em sua página oficial do Facebook, Slash postou sobre o assunto: "Para registrar, eu não respondi ou, de alguma forma, me comprometi a participar do Rock n´Roll Hall of Fame. Eu não acho legal pessoas colocando palavras na minha boca."

A cerimônia do Rock n´Roll Hall of Fame está marcada para o dia 14 de Abril de 2012 na cidade de Cleveland, Estados Unidos. O evento será gravado e depois será transmitido pela HBO no início do mês de maio. Vamos torcer para que Slash confirme sua presença, cedo ou tarde.




quinta-feira, dezembro 22, 2011

Guns N' Roses: Axl considera reunião com Slash e Duff

O Vocalista do GUNS N' ROSES, Axl Rose, disse que pode vir a tocar com a formação original do Guns na cerimônia do Rock And Roll Hall of Fame.
O vocalista, que é o único membro da formação original ainda na banda, também disse que estava relutante em juntar a antiga formação devido à pessoas querendo juntar dinheiro às suas custas.
O cantor declarou ao LA Times: "Eu não tenho uma opinião formada sobre o que o Rock And Roll Hall of Fame realmente é, mas ao mesmo tempo, isso signfica muito para os fãs e eles estão felizes. Então eu não quero tirar isso deles."
Ele adicionou: "Todos esses empresários, todos eles querem apenas uma coisa: vender uma tour de reunião da banda e ganhar a sua comissão. É só uma ligação. É um trabalho de meio-período, ou qualquer seja o tempo em que eles quiserem que essa guerra de ofertas continue. Eles recebem a sua comissão e não ligam se tudo der errado."
Ele ainda disse que se a banda se reunisse, ele não chamaria o baterista original Steven Adler, que teria declarado recentemente ter dúvidas se a antiga formação realmente se reuniria, e o guitarrista base original Izzy Stradlin. Surpreendentemente, porém, ele disse que ele consideraria juntar forças com Slash apesar das diferenças entre eles e com o baixista Duff McKagan, que tocou recentemente com a banda em alguns shows.
"A única coisa que valeria seria a presença de Duff e Slash  na verdade," explicou. "Não é nada contra Izzy e não é nada contra Steven, ou algo do tipo. Steven pode até querer isso, mas, os caras com quem eu estou trabalhando agora, eles realmente estão trabalhando muito duro e não é algo fácil. Eu já excursionei com os outros caras e eu acompanhei o que eles fizeram desde então, e eu sei a dificuldade de tudo isso. Então na verdade não seria uma reunião completa."
Ele também explicou que nunca se deu muito bem com Slash desde que a banda começou, devido a uma disputa de poder. "Na verdade era uma briga entre Slash e eu," adicionou. "Izzy também fazia algo parecido, mas a briga entre eu e Slash  começou no dia em que o conheci. Ele entrou, tirou o meu disco , colocou o dele e me queria em sua banda. E eu não queria entrar na banda dele. Nós tivemos essa luta desde o primeiro dia."

(Foto Montagem: Mas Pode virar realidade)

Velhas Virgens faz show de lançamento e rebate críticas de Lobão

A banda Velhas Virgens lançou nesta terça-feira, 20, o DVD "Velhas Virgens - Tour Rockin' Beer 25 anos", que reúne os clássicos gravados em show ao vivo (acústico e elétrico) realizado em junho deste ano no Opinião em Porto Alegre.

O show de lançamento aconteceu no Carioca Club em São Paulo e contou com participações do guitarrista Luiz Carlini e de Oswaldo Vecchione, do Made In Brazil.

Entre as descontraídas conversas do vocalista Paulão com o público, que lotou a casa, ele aproveitou para falar sobre o músico Lobão, que recentemente criou grande polêmica em torno da escalação das bandas para o festival Lollapalooza.

Na ocasião, Lobão afirmou que não tocaria no horário oferecido pela produção do festival e projetou o Velhas Virgens como uma banda de menor porte. 

Paulão rebateu as críticas do músico e revelou estar feliz em participar do Lollapalooza Brasil. Ele também disse gostar da música de Lobão e lembrou que ele também já foi underground, mas hoje é “apresentador da MTV”.

"Velhas Virgens - Tour Rockin' Beer 25 anos" é o primeiro DVD brasileiro feito totalmente com recursos arrecadados via 'crowdfunding' - financiamento coletivo feito por fãs.




quarta-feira, dezembro 21, 2011

Baixista confirma apresentação do Blur no Brit Awards

O baixista da banda britânica Blur, Alex James, confirmou que sua banda se apresentará na próxima edição do Brit Awards, que acontece no dia 21 de fevereiro, na O2 Arena, em Londres.

"Nós vamos tocar, o que é brilhante, é como colocar os Blues Brothers juntos novamente", declarou James à rádio XFM. 

Quando questionado se o Blur faria outros shows em 2012, Alex James foi cuidadoso, mas demonstrou certo otimismo: "Bem, vamos torcer para que isso aconteça em 2012. Seria bom, não seria?".

Chega às lojas o DVD "The Wörld Is Ours Vol 1" do Motörhead

O Motörhead está lançando o DVD “The Wörld Is Ours Vol 1 - Everything Further Than Everyplace Else” em comemoração aos 35 anos de estrada da banda.

“The Wörld Is Ours Vol 1 - Everything Further Than Everyplace Else” está sendo lançado pela EMI e contém os melhores momentos da turnê da banda, incluindo performances completas do Teatro Caupolican no Chile, filmado por Banger Films e Sam Dunn (“Iron Maiden Flight 666”, “Rush: Beyond the Lighted Stage”), além de imagens de shows em Nova York, no Best Buy Theater e em Manchester, no Apollo.

Mixado pelo produtor de longa data da banda, Cameron Webb, “The Wörld Is Ours Vol 1” está repleto com os clássicos mais pedidos pelos fãs do Motörhead, de “Overkill” a “Ace of Spades” e “Killed by Death”, assim como algumas preciosidades como “Over the Top” e novas favoritas do público como “I Know How to Die”.

segunda-feira, dezembro 19, 2011

The Rolling Stones: assista ao novo videoclipe de "No Spare Parts"

Os Rolling Stones acabaram de lançar o videoclipe da nova faixa, a primeira do box especial do disco “Some Girls”, de 1978. “No Spare Parts” já vinha sido lançada em ‘bootlegs’ há anos, mas essa versão foi fortificada com novos vocais de Mick Jagger.

“No Spare Parts” é uma faixa de estilo country, que provavelmente integraria os discos mais recentes dos Stones.

O pacote, que inclui uma inédita sessão de fotos, um ensaio assinado pelo jornalista Anthony DeCurtis e o single "Beast Of Burden/When The Whip Comes Down" em vinil de 7 polegadas, também trará faixas-bônus e chegará ao mercado internacional em 21 de novembro - segundo a Universal Music Group, detalhes sobre o material extra serão revelados posteriormente.

Considerado um dos melhores trabalhos da banda após a entrada do guitarrista Ronnie Wood, que se juntou a Mick Jagger, Keith Richards, Charlie Watts e Bill Wyman em 1975, "Some Girls" chegou ao topo das paradas norte-americanas na época de seu lançamento. Ainda hoje figura entre um dos álbuns mais vendidos do grupo.

Além de "Beast Of Burden", o repertório inclui sucessos como “Miss You”, “Shattered” e “Far Away Eyes”, além de uma versão de "Just My Imagination (Running away with me)", dos Temptations, e da faixa que dá nome ao álbum.

Assista ao videoclipe “No Spart Parts” abaixo:


Vídeos: Duff participa de shows do Guns nos EUA e Canadá

A banda Loaded, liderada pelo baixista Duff McKagan, abriu os dois últimos shows do Guns no dia 16/12 em Seatle, nos EUA, e no dia 17/12 em Vancouver, no Canadá. Como no ano passado, Duff subiu ao palco do GN'R como convidado especial. Ele tocou You Could Be Mine nos dois shows, além de Civil War em Vancouver.

Algumas horas depois, Duff postou em seu Twitter: "Axl Rose, meu amigo ..... Duas noites realmente fantásticas. Obrigado Seattle e Vancouver. E ..... boa noite, porra!"

Confira alguns vídeos desses shows abaixo:


MEDLEY - Loaded & GN'R (Trechos + You Could Be Mine com Duff) - 16/12/2011, Key Arena, Seatle, EUA



Welcome To The Jungle - 16/12/2011, Key Arena, Seatle, EUA



Estranged - 16/12/2011, Key Arena, Seatle, EUA



You Could Be Mine (trecho, com Duff) - 17/12/2011, Pacific Coliseum, Vancouver, Canadá

Fotos:

sábado, dezembro 17, 2011

Sodom confirma show no Brasil em 2012

Precursora do thrash metal alemão, a banda Sodom volta ao País no próximo mês de abril para uma apresentação na capital paulista. O show faz parte do Warriors of Metal, evento que conta também com Red Front e Machinage, banda nacionais.

A banda alemã se apresenta no 07 de abril, no Carioca Club, em São Paulo, e os ingressos já estão à venda. Os fãs que garantirem presença antecipadamente participarão de um sorteio que vai levar 15 pessoas para um meeting com Tom Angelripper (voz/baixo), Bernemann (guitarra) e Markus "Makka" Freiwald (bateria). De acordo com a produtora do evento, uma data adicional pode ser confirmada em breve.

07/04/2012 - São Paulo/SPCarioca Club - Rua Cardeal Arcoverde, 2.899
Horário: 17h00
Ingressos: R$ 45,00 (Pista estudante), R$ 90,00 (Pista inteira), R$ 55,00 (Camarote estudante) e R$ 110,00 (Camarote inteira)
Vendas online: www.rockt-shirt.com / www.novoshoppingvirtual.com
Informações: www.rockt-shirt.com

sexta-feira, dezembro 16, 2011

Show do Foo Fighters pode ter causado tremor vulcânico na Nova Zelândia

O grupo de geólogos da Nova Zelândia, GeoNet, sugeriram que um show da banda Foo Fighters na última terça-feira, em West Springs, Auckland, causou abalos sísmicos na região.

De acordo com dados divulgados por eles, uma frequência de tremores foi detectada no mesmo dia do show em duas estações próximas ao local da apresentação, e os dois registros correspondem às frequências da performance do grupo. 

"O sinal é semelhante ao tremor vulcânico registrado em locais como Monte Ruapehu e a White Island" (dois vulcões ativos na Nova Zelândia).

Os registros foram tomados em duas estações de monitoramento localizadas a 1,5 km e 2 km do local do show.

Os níveis de atividade sísmica registrados podem ser comparados àqueles causados por atividade vulcânica, de acordo com os pesquisadores.

"As primeiras vibrações foram registradas a partir das 19h30, no começo do show do Tenacious D. Mas os maiores abalos aconteceram a partir das 20h20, quando o Foo Fighters entrou no palco, e então tudo ficou quieto a partir das 23h00, quando o show acabou", diz a GeoNet.

Os geólogos concluíram que a causa do tremor foram os 50 mil fãs pulando - equivalente a cerca de 5 mil toneladas batendo contra o chão.






quinta-feira, dezembro 15, 2011

Foo Fighters confirma planos de lançar álbum em 2012

O Foo Fighters confirmou que começará a compor músicas para seu oitavo álbum de estúdio em 2012, segundo revelou Dave Grohl em uma carta aos fãs, publicada no site oficial da banda.

O mais recente álbum, “Wasting Light”, está concorrendo ao Grammy 2012 como álbum do ano. 

O vocalista do Foo Fighters escreveu um agradecimento a todos que acompanharam a banda este ano.

"Nós ainda não terminamos. Ainda há mais shows para tocar, mais músicas para escrever, mais álbuns para gravar, durante os próximos anos. Quero dizer, se você me contasse há 17 anos que em 2012 eu estaria escrevendo músicas para nosso oitavo álbum de estúdio...bem...", postou.

O Foo Fighters será a atração principal do festival Lollapalooza Brasil, que acontecerá nos dias 07 e 08 de abril, no Jockey Club de São Paulo.